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Outubro - 2016
D. Pedro II Imperador do Brasil - (Sintese-I)
(Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Bragança e Bourbon )

D.Pedro II, nasceu no Rio de Janeiro a 2 de dezembro de 1825  e morreu em Paris em 5 de dezembro de 1891.
 Alcunhado “O Magnânimo”, foi o segundo e último Imperador do Brasil.
Seu governo foi o mais extenso de toda história brasileira: De 1831 ate sua deposição em 1889. (58 anos)   
Filho mais novo do imperador do Brasil -  D.Pedro I e imperatriz Dona M.Leopoldina da Áustria, portanto, membro do ramo brasileiro da Casa de Bragança.  Foi neto do Imperador Francisco II da Áustria.
Casou-se em 1843 (por procuração) com Teresa Cristina de Bourbon-Duas Sicílias.

 A abdicação do pai D.Pedro I e sua partida para Portugal tornaram Pedro imperador com apenas cinco anos.
 
     Sua infância e adolescência foram tristes e solitárias. Passou a maior parte do seu tempo estudando - preparando-se para assumir as responsabilidades de imperar num imenso Brasil com múltiplos problemas. Conheceu momentos breves de alegria e poucos amigos de sua idade. Suas experiências com intrigas palacianas e disputas políticas durante este período tiveram grande impacto na formação de seu caráter.
Estudou, aprendeu e falava vários idiomas: 1-Portugues, 2-Alemão, 3-Inglês, 4-Francês, 5-Latim e outros.
Daí a facilidade em se comunicar nos diversos países pelos quais viajou, sem necessidade de um intérprete.

D.Pedro II cresceu para se tornar um homem dotado de forte senso de dever e devoção ao seu país e seu povo.
   Herdou um Império próximo a desintegração.
   
O Segundo Reinado foi uma época de grande progresso cultural e de relevante importância para o Brasil.
 D. Pedro II preocupou-se muito com a educação no país.
 
O imperador foi também um erudito. Estabeleceu uma reputação de vigoroso patrocinador do conhecimento, cultura e ciências. Tinha muito gosto pelas artes, tecnologia e fotografia. Ganhou o respeito e admiração de grandes estudiosos entre eles Graham Bell (inventor do Telefone).

Para muitos estudiosos, a estabilidade obtida em seu reinado teve forte relação com o desenvolvimento da economia cafeeira no Brasil. As lavouras de café cresceram muito na época, principalmente pelo fato de que muitos países estrangeiros passaram a consumir tal produto em quantidades crescentes. Ao longo desse tempo, o café impulsionou a agricultura brasileira e teve sua riqueza também vinculada ao desenvolvimento do setor de transportes e da industrialização.
     
D. Pedro II transformou o Brasil numa potência emergente no meio internacional.
 Durante seu reinado o Brasil foi vitorioso em três guerras internacionais: Guerra do Prata (Agosto de 1851 a Fevereiro de 1852); Guerra do Uruguai (10 de agosto
de 1864 até 20 de Fevereiro de 1865) e a Guerra do Paraguai (dezembro de 1864 a Março de 1870), entre outras disputas internacionais e tensões domésticas.
    
Foi uma fase de crescimento e consolidação da nação brasileira como país independente, e importante membro entre as nações americanas.
        
O imperador era muito benquisto pela população, entretanto foi retirado do poder por um grupo de militares republicanos que organizou o golpe que encerrou o governo imperial brasileiro em 15 de novembro de 1889.

    D. Pedro II não permitiu qualquer medida contra sua remoção do poder, e não apoiou qualquer tentativa de restauração da monarquia.   Passou os seus últimos dois anos de vida, no exílio em Paris, na Europa.

De seu casamento com Teresa Cristina de Bourbon, nasceram quatro filhos. A princesa Isabel foi responsável pela assinatura da Lei Áurea, que declarou o fim da escravidão no Brasil.

     Algumas décadas após sua morte, sua excelente reputação foi reconhecida e seus restos mortais foram trazidos de volta ao Brasil como herói nacional.  Encontram-se hoje no Mausoléu Imperial, na pequena capela situada à direita do adro da Catedral de São Pedro de Alcântara, na cidade de Petrópolis, estado do Rio de Janeiro, Brasil, juntamente com sua esposa, a imperatriz D. Teresa Cristina Maria de Bourbon, sua filha, D. Isabel de Bragança, princesa imperial do Brasil e outros membros da família imperial.

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PERGUNTAS:

1)    Quem foi D. Pedro II?

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2)    Com quantos anos D. Pedro II tornou-se imperador e por quê?

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3)    Qual o produto cultivado no Brasil na época de D. Pedro II que tornou importante a economia brasileira
       no exterior?

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4)    Quais as três guerras que foram relevantes no reinado de D. Pedro II?

 I -______________________________________________________________________________________

 II -_____________________________________________________________________________________

 III -_____________________________________________________________________________________


5)  Por quanto tempo D. Pedro II foi Imperador do Brasil e porque foi retirado do poder?

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6 - Quem foi a mãe de D. Pedro II e onde ela nascera  ?

Nome _______________________________________________________

Pais:_________  Cidade:_____________  Língua materna: ____________


Setembro - 2016

IMPORTANCIA da IMPERATRIZ LEOPOLDINA na INDEPENDÊNCIA do BRASIL

Carolina Josefa Leopoldina de Habsburgo-Lorena, nasceu em Viena em 22 de janeiro de 1797, filha do imperador Francisco I da Áustria e sua segunda esposa Maria Teresa de Bourbon da Sicília.
Conhecida como Maria Leopoldina, foi a primeira esposa do imperador D. Pedro I e Imperatriz Consorte do Império do Brasil de 1822 até sua morte em 1826.

Casamento
No final de 1816, começaram as negociações de seu casamento com o príncipe herdeiro do trono português, Pedro de Alcântara, filho de dom João VI e  D.Carlota Joaquina.
Em maio de 1817, celebrou-se o casamento por procuração. A cerimônia foi realizada na Igreja de Santo Agostinho, em Viena. D. Pedro foi representado pelo tio de d. Leopoldina, o arquiduque Carlos da Áustria-Teschen.  Em Dezembro do mesmo ano, dona Leopoldina chegava ao Brasil.

Imigração

Logo depois, da chegada de Da. Leopoldina vieram os primeiros imigrantes, colonos suíços que se fixaram nos arredores da corte, fundando Nova Friburgo e instalando-se em Petrópolis.
A partir de 1824 (após a independência do Brasil), devido à campanha brasileira organizada na europa, os alemães chegaram mais numerosos e se instalaram tambem em Nova Friburgo e nas regiões temperadas das províncias de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, onde a Colônia de São Leopoldo foi criada em sua homenagem.


Volta de D. João VI a Portugal

Em 25 de abril de 1821 D. João VI voltou para Portugal. Uma esquadra de 11 navios levou o rei, a corte, a Casa Real e o Tesouro Real. Somente o Príncipe D. Pedro I com sua familia permaneceram no Brasil.
D. Pedro I como regente do país, com amplos poderes contrabalançados por um Conselho de Regência foi incapaz de dominar o caos: a situação estava sendo dominada pelas tropas portuguesas, em condições anárquicas. A oposição entre portugueses e brasileiros tornou-se cada vez mais evidente. Vê-se claramente, na correspondência de Da. Leopoldina (encontrada somente muitas décadas depois) que ela defendeu calorosamente a causa do povo brasileiro e chegou a desejar a independência do país, sendo por esta razão amada e venerada pelos brasileiros.

A Independência do Brasil

    Eram visíveis os sinais de uma nascente unidade brasileira como nação independente, particularmente nas províncias do sul. Entretanto, o norte apoiava as Cortes de Lisboa e pediam independência regional (grande perigo para o Brasil).
     Se o Príncipe Regente tivesse deixado o país naquele momento, o Brasil estaria perdido para Portugal, pois as Cortes de Lisboa repetiam o mesmo erro que levou as Cortes espanholas a perderem as colônias, procurando estabelecer contatos diretos com cada província em particular, com o risco de cada estado brasileiro se tornar um país independente.
     A corajosa atitude de José Bonifácio de Andrada e Silva, conselheiro de D.Pedro I, contra a arrogância dos portugueses, encorajou muito as aspirações da unidade do Brasil, especialmente em São Paulo. Um grupo de homens altamente cultos liderou este movimento. Depois do "Dia do Fico", 9 de janeiro de 1822, organizou-se novo ministério sob a chefia de José Bonifácio, «no fundo rigoroso monarquista», e o Príncipe Real cedo conquistou a confiança do povo. Em 15 de Fevereiro de 1822 as tropas portuguesas deixaram o Rio, e sua partida representou a dissolução dos laços entre o Brasil e Portugal.
 O Príncipe foi triunfalmente recebido na sua visita a Minas Gerais.
    Quando D.Pedro I, viajou a São Paulo em agosto de 1822, para apaziguar a política , Da. Leopoldina exerceu a regência. Grande foi sua influência no processo de independência. Os brasileiros já estavam cientes de que Portugal pretendia chamar D.Pedro de volta, rebaixando o Brasil outra vez ao estado de simples colônia, em vez de um reino unido ao de Portugal. Havia temores de que uma guerra civil separasse a Província de São Paulo do resto do Brasil. D.Pedro entregou o poder a Da. Leopoldina em 13 de agosto de 1822, nomeando-a chefe do Conselho de Estado e Princesa Regente Interina do Brasil, com poderes legais para governar o país durante a sua ausência e partiu para São Paulo.

A princesa recebeu notícias que Portugal estava preparando ação contra o Brasil e, sem tempo para aguardar o retorno de D.Pedro, Da.Leopoldina, aconselhada por José Bonifácio de Andrada e Silva, e usando de seus atributos de chefe interina do governo, reuniu-se na manhã de 2 de setembro de 1822, com o Conselho de Estado, assinando o decreto da Independência, declarando o Brasil separado de Portugal.
    Ela exige que D. Pedro proclame a Independência do Brasil e na carta adverte: "O pomo está maduro, colhe-o já, senão apodrece".
    O mensageiro oficial chegou ao príncipe no dia 7 de setembro de 1822. Da. Leopoldina enviara ainda papéis recebidos de Lisboa, pelos quais o Príncipe-Regente se inteirou das críticas que lhe faziam em Portugal.

Enquanto se aguardava o retorno de D.Pedro, Da. Leopoldina, governante interina de um Brasil já independente, idealizou a bandeira do Brasil, em que misturou o verde da família Bragança e o amarelo ouro da família Habsburgo(Austria).

Da Leopoldina morreu no Rio de Janeiro, em 11 de dezembro de 1826.

D. Leopoldina foi casada com D. Pedro I durante nove anos, teve seis filhos, dos quais o mais novo, o príncipe D.Pedro de Alcântara (1825-1891), sucedeu o pai no trono brasileiro como imperador D. Pedro II do Brasil durante 58 anos, de 1831 até a proclamação da Republica em 1889.

VIDE ABAIXO a sugestão de 7 PERGUNTAS e RESPOSTAS; (para Profa. Maria Helena)

= = = = == = = = = = =   Sugestao de Perguntas = = = = == = = = = = = = =  =
1 - Qual foi o país de origem da Imperatriz Leopoldina ? _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
2 - Quem foi o pai da Imperatriz Leopoldina ? _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
3 - Quem foi o marido da Imperatriz Leopoldina ? _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
4 - Quem sucedeu o marido da Imperatriz Leopoldina ?_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
5 - Em 1822 a Imperatriz Leopoldina, representou o Imperador do Brasil, quando de sua viagem a S.Paulo. Qual foi o importante ato praticado pela Imperatriz ? _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
6 - Porque foi IMPORTANTE tal ato para o Brasil ? _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
7 - Quantos anos governou o Brasil o sucessor do marido da Imperatriz Leopoldina ?_ _ _ _
 
= = = = == = = = = = = = = = = == = = = = = = 

Sugestao de Respostas
1 - Austria;    (Europa);
2 -A Imperatriz D. Leopoldina era filha do imperador Francisco I da Áustria.  Quando enviuvou sua segunda esposa foi Maria Teresa da Sicília;
3 - D.Pedro I - (filho de D.Joao VI );
4 - Filho de D. Pedro I - D. Pedro II;
5 - A Imperatriz Leopoldina DECRETOU a Independencia do Brasil em 2 de setembro de 1822
6 - Porque Portugal tencionava fazer voltar o Brasil novamente a ser mera Colonia de Portugal; O que representava um imenso retrocesso para o Brasil;
7 - D.Pedro II, filho de D.Pedro I governou o Brasil durante 58 anos (de 1831 até a proclamaçao da República em 1889 );
 
Janeiro - 2016        -         (Vide TEMAS-2015 em baixo)




















TEMAS lidos - 2015  - Fevereiro - Maio - Setembro - Outubro
Janeiro - 2015

Cristóvão Colombo – Descobridor da América

Nasceu em Genova – na Itália em 1451 (49 anos antes do descobrimento do Brasil – 1500 por Pedro ?lvares Cabral) – Batizado com nome de Cristóvão – Padroeiro dos Viajantes.

Enquanto menino trabalhava na Taverna (Restaurante) de seu pai, onde ouvia falar das terras e ilhas maravilhosas no além–mar. Os marinheiros chamavam-nas “Ilhas Encantadas”!

Sonhou muitos anos em poder navegar até as lindas ilhas objeto dos freqüentes rumores.

Aos 20 anos de idade tornou-se sócio de seu pai e navegava numa chalupa (veleiro grande) ao longo da Costa à procura de carregamentos de vinho para a Taverna. O pai quebrou (faliu) deixando 5 filhos.

Aí Cristóvão viajou pelo mundo conhecido, mas pouco se sabe desta fase da sua vida. Contou em suas “memórias”, que durante algum tempo foi comandante de um navio pirata.

Aos 28 anos Colombo casou-se com Filipa Perestrello (de olhos negros)em Lisboa. Conhecera-a ao orar numa Igreja. O pai de Filipa também havia viajado muito nos mares e possuía uma grande biblioteca de livros manuscritos e mapas dos mares e terras visitadas.

Naquele tempo pensava-se que o mundo era plano (não Redondo) sendo o horizonte o fim da terra. Colombo sonhava em conhecer o outro lado do mundo - outras terras atrás do Horizonte, pois acreditava firmemente que a terra era redonda.

Lera as descrições das viagens de Marco Polo

Alimentava 3 paixões: 1-Aventuras; 2-Riquezas e 3- converter os infiéis ao Cristianismo.

Conheceu um piloto de navio que havia chegado a uma terra desconhecida, e que conseguira voltar como único sobrevivente de seu navio que afundara.

Colombo decidiu consultar para aconselhamento, o maior geógrafo da época. Escreveu-lhe descrevendo seu anseio em descobrir o que existia atraz do horizonte. A resposta foi muito animadora sugerindo–lhe ir em frente.

Foi ao Rei da Espanha – Fernando e à rainha Isabel. Propôs-lhes proverem–no com 3 navios, e ele lhes traria em compensação riquezas – ouro e outras riquezas. Negaram-lhe ajuda.

Nesta época, sua mulher, Filipa morreu. Colombo foi à Inglaterra e França. Mas debalde – não obteve ajuda para sua aventura.

Sustentava-se desenhando mapas. Vivia miseravelmente! Finalmente em 17-Abril-1492 foi chamado pelo Rei da Espanha e assinaram contratos para a aventura das descobertas.

Chegou à Terra descoberta em 11 de Outubro de 1492. Na realidade tratava-se de uma ilha ao Sul da Flórida (Atual Estados Unidos) – Colombo pensou que havia chegado à ?sia.

Contratara com os reis, trazer-lhes ouro e riquezas das terras descobertas, o que não aconteceu.

Então foi preso pelo Rei da Espanha, que não recebera as riquezas prometidas.

Em 1503 um jovem editor alemão ao editar uma descrição redigida por um “impostor” - Américo Vespúcio, deu nome de “América” às terras descobertas.

Em 1506 Colombo morreu na miséria, 6 anos depois do descobrimento do Brasil por Pedro Alvares Cabral.

Extraído de Vidas de Homens Notáveis – Henry Thomas e Dana Lee Thomas –(Síntese de W.H)  28-Dezembro-2014

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Fevereiro - 2015             -            Inicio da pagina - (Top)

Marco Polo - ( * 1254 - 1324 )

Marco Polo nasceu em Veneza. Foi criado por parentes distantes, devido ao falecimento prematuro de sua mãe e ao fato de que seu pai Nicoló e seu tioMaffeo– prósperos mercadores viajavam pelo Oriente.

Estes voltaram para Veneza, com a missão de levarem para Kublai-Khan, 100 “mestres do Cristianismo”. Entretanto, o novo Papa – Gregório X , recém nomeado, deu-lhes apenas dois frades Franciscanos para catequizar os Chineses. Em 1269 os Polos - Nicoló e Maffeo partiram para a China, levando Marco de apenas 15 anos de idade. Era um rapazola simpático, bom auxiliar, tanto para o pai como para o tio. Os 2 frades não suportaram as dificuldades e já no inicio da viagem regressaram para a Itália. A viagem por terra para a Ásia era através das florestas da Europa e pelas montanhas da Ásia, demandou tres anos e meio, até chegarem à côrte de Kublai-Khan. No passado, Gengis-Khan avô de Kublai–Kahn conquistara um imenso território, desde a Rússia até a China. Não era cruel, e sabiamente, ao contrário do que ocorrera na Europa, instituiu a mais completa liberdade religiosa na Ásia e respeitou a civilização chinesa. Ao morrer, foi sucedido pelo seu neto Kublai–Kahn. Marco Polo viveu durante 20 anos na sua côrte, e tentou converter Kublai-Khan ao Cristianismo. Entretanto, este se converteu à “amizade e à confiança mútua”. Marco dominava quatro línguas. Assim viajou por toda China como enviado de Kublai-Khan. Na época a China era o país mais adiantado no mundo. Viu que ali se utilizava o papel moeda, para pagamentos, algo ainda desconhecido na Europa. Judeus, Confucionistas, Budistas, Maometanos, adeptos viviam em paz, sem serem molestados por causa de sua religião. Apreendeu e gravou em sua mente, o que um filósofo de nome Mêncio escrevera:

o grande homem é aquele que nunca passa além do coração de uma criança”.

Em 1295, após 26 anos de ausência, os Polos – Marco, seu pai Nicoló e seu tio Maffeo, voltaram para os subúrbios de Veneza. Não foram reconhecidos pelos parentes. Após tantos anos de ausência, consideravam-nos mortos. Ao chegarem à Itália, pareciam três “miseráveis enlameados maltrapilhos”. Por cautela, trouxeram imensa fortuna em joias e preciosidades costuradas dentro de suas vestes. Três anos após seu regresso, Marco Polo participou de uma batalha Naval entre Genova e Veneza sua cidade natal, e foi aprisionado pelos Genoveses. Na prisão narrou aos companheiros o que vira em suas viagens pelo Oriente. Com entusiasmo descrevia as maravilhas vivenciadas. Poucos acreditaram que pudesse ser verdade. Entretanto, mais tarde ficou provado que não fora fantasia. Rusticiano um companheiro de cárcere, registrou o que ouvira e posteriormente descreveu tudo num volume manuscrito, posteriormente editado sob o título “As Viagens de Marco Polo”. Tais descrições de Marco Polo inspiraram Cristovão Colombo, 160 anos mais tarde, na sua aventura em encontrar um caminho para o Oriente, por mar . Ao invés, em 1492 descobriu a America, pensando que havia chegado ao Japão. Na China Marco Polo aprendera uma Regra de Ouro de Confúcio : “Não faças a outrem o que não queres que a ti façam” como também: “Ninguém deve ser perseguido por causa da sua religião, pois há muitos caminhos para alcançar o céu” – Os sábios chineses tinham amplo espírito de tolerância. Quase 1.000 anos antes da invenção da imprensa na Europa, no século VI (6) os chineses desenvolveram a arte de imprimir por meio de formas de madeira. Cinco gerações antes dos Europeus, já utilizavam o carvão e gás para aquecimento. Descobriram a pólvora, mas não a utilizaram para guerrear.

Liberto da prisão de Genova, Marco Polo, próspero comerciante, em 1299 casou-se. Teve três filhas. Morreu em 1324 . No leito de morte reafirmou para os incrédulos, que tudo que contara sobre suas viagens era verdade. Isto foi comprovado após a sua morte, muitos anes depois.

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M a i o - 2015          -          Inicio da pagina - (Top)
                                 Importância da  vinda de D. João V I   para o Brasil

    Napoleão Bonaparte, Imperador da França, havia sido derrotado pela Inglaterra na batalha de TRAFALGAR (Ponto estratégico).  Em 1806 Napoleão estabeleceu o bloqueio Continental, a fim de impedir o comercio da Inglaterra na Europa.     Em 1807 Napoleão estava na iminência de invadir Portugal.
D. João VI (Portugal) firmara acordos secretos com Inglaterra sua tradicional aliada.  Em 1807 D. João VI, casado com D.Carlota Joaquina, embarcou com toda família Real para o Brasil, sob proteção da marinha Inglesa.         A fuga foi decidida às pressas, mas a mudança da corte para o Brasil já era um plano antigo. (Note-se: Portugal é pequeníssimo comparado ao imenso Brasil - colônia) vide o mapa.             A travessia (viagem) nas caravelas (6.400-Km- “quilômetros”) demandou 2 meses.   Em Janeiro de 1808 chegando a Salvador da Bahia D João VI decretou a abertura dos Portos às nações amigas de Portugal. No mês seguinte chegou ao Rio de Janeiro, que se tornou capital do Brasil.
No Rio de Janeiro, firmaram-se muitos tratados vantajosos aos interesses da Inglaterra aliada, que protegera a Família Real.
Importante ter em mente que com a sua vinda, D.João VI assegurou a integridade territorial do Brasil. Temia que o Brasil seguisse a caminho das colônias espanholas que sucessivamente declararam a independência do jugo Espanhol.  [Como por exemplo acontecera com: a Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Chile, Peru, Colômbia, Equador, Venezuela, México, Panamá, Cuba etc.]                                                                 
Praticamente fundou a nacionalidade brasileira, ao elevar o Brasil de simples colônia a Reino Unido a Portugal.  Com a morte de sua mãe D. Maria I, D. João VI foi aclamado Rei.
Em 1809 devido à ausência da Família Real, Portugal transformara-se praticamente num “protetorado Britânico” (Inglês), governado pelo Marechal Irlandês William Carr Beresford.  Quando as tropas francesas entraram em Lisboa (Capital de Portugal), saquearam a cidade.
    Entre 1808 e 1814 Portugal perdeu meio milhão de habitantes, mortos pelas tropas de Napoleão e pela fome. Mais de 1.000 casas foram queimadas. Muitos habitantes fugiram do país, inclusive para a Inglaterra.
Em 1817 veio para o Brasil a Princesa Leopoldina, filha do Imperador Francisco I da Áustria, com 20 anos de idade. Casou-se com D. Pedro I filho de D. João VI.     D. Leopoldina nascera em 1797 em Viena - Áustria.     Antes de vir para o Brasil empenhou-se em aprender o Português, além das 10 línguas que já falava.                                                      Em 1820 D. João VI foi pressionado pelos portugueses a voltar para Portugal.                                          Assim, em 7/Março/1821 D. João VI atribuiu a Regência do Brasil a D. Pedro I, e em 25/4/1821 regressou para Portugal.   D. João VI permanecera 13 anos no Brasil. D. Pedro I viera para o Brasil com 10 anos de idade e não queria mais voltar para Portugal.  Ademais, na época, a Imperatriz D. Leopoldina encontrava-se grávida. Não deveria incorrer no risco de perder o nascituro numa viagem longa de 2 meses através do Atlântico.
 A Imperatriz Leopoldina foi a verdadeira mentora da Independência do Brasil. Na época, exercia o cargo de Regente, enquanto D. Pedro I estava de viagem por São Paulo. D. Leopoldina contou com o apoio de José Bonifacio Andrade e Silva e em Agosto de 1822 D. Leopoldina decretou a independência. Em 7 de Setembro D. Pedro I proclamou a Independência em S. Paulo, às margens do Ipiranga. Na época as cores do Reino Unido a Portugal eram VERDE e VERMELHO.       Após proclamada a independência D. Leopoldina escolheu as cores VERDE-AMARELO para o Brasil.                              D. Leopoldina morreu em 1826, aos 29 anos.
Em 1831 D. Pedro I abdicou em favor de seu filho D. Pedro II.    Em 1841 decretou-se a maioridade de D. Pedro II, que na época era menor.    
D. Pedro II governou o Brasil durante 48 anos – até a Proclamação da Republica em 1889. D. Pedro II contribuiu também com sua vida para a manutenção do imenso Brasil indivisível.                                                      
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Para a Tarde da Leitura de 5 de Setembro

Extraído da Revista Veja de 5 de Agosto de 2015 (resumidamente).

Há mais de 5 mil anos, escrever era gravar símbolos na pedra, na argila e na madeira, para gravar aquilo que a memória não dava conta de guardar.

Ao longo da história, a escrita foi se organizando na forma de caligrafia - o ato ou a arte de desenhar letras. “Monges reproduziam a Bíblia em manuscritos ilustrados.

Aos poucos, escrever a mão foi se popularizando...”

Mas na era do computador, quase que não se escreve – digita-se...! Conseqüência: “a escrita cursiva, que emenda as letras umas nas outras em movimentos padronizados, caiu em desuso.” “Escrever agora é teclar” “Vivemos uma transição natural” “As crianças se sentem à vontade no computador desde os primeiros anos de vida” Entretanto, “No Brasil,... os exames, do vestibular aos concursos públicos, ainda requerem escrita manual,” “Se a caligrafia se for, com ela se vão além da beleza os benefícios amplamente comprovados, o estimulo á coordenação motora é o mais conhecido, há outros.

Pesquisas confirmam que o deslizar da caneta sobre o papel para formar palavras estimula o raciocínio. Um estudo da universidade de Indiana, nos Estados Unidos, comparou a atividade cerebral de crianças de 5 anos no contato com as letras. Um grupo escreveu, outro preencheu pontilhados e o terceiro só observou. Os que escreveram claramente ativavam mais os neurônios e as conexões do chamado circuito de leitura. É sabido ainda que tomar notas a caneta representa, por si só, um exercício de compreensão da mensagem, pela necessidade de resumi-la enquanto se escreve.

O teclado permite registrar mais volume de informação ( e guarda-lo no computador ), porém com menor atenção. Indo além do aspecto científico, a letra manuscrita é um retrato da personalidade dos indivíduos. Uma nunca é igual à outra, mesmo entre gêmeos , ao contrário de fontes e tipos usados na digitação. Ao criar um texto em papel, o autor se espalha nas margens, nas anotações no pé de página, nos rabiscos – enfim, deixa lá um retrato do processo criativo. Do teclado, ao contrário, o texto sai frio e limpo; tudo o que veio antes foi soterrado sob a tecla “apagar”.

Na antiguidade ensinava-se apenas à base da memória. Quando a escrita foi introduzida, trouxe suas conhecidas vantagens, mas se perdeu aquele poderoso exercício de absorção de idéias. A transformação de agora também envolve perdas e ganhos.

- - - - - - - - x - - - - - - - - Abraços do W.    -           Inicio da pagina - (Top)

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